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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Santo do dia 20 de Novembro

Santo Edmundo
Edmundo é um santo mais vivo na memória do povo da Inglaterra do que nos documentos históricos. Mesmo porque os registros trazem dados sobre o seu reinado e sua morte, enquanto sobre sua origem poucas são as informações. Sabemos apenas que Edmundo era cristão, filho do rei Alkmund, da Saxônia, que, posteriormente, teria sido adotado pelo rei das regiões da Inglaterra oriental, a Estanglia.

Aos quatorze anos de idade, tornou-se o último rei daquele território. Era um tempo duríssimo para toda a Inglaterra, agredida, constantemente, pelos sanguinários bárbaros dinamarqueses que invadiam a saqueavam seus vilarejos. Esses bárbaros eram comandados por três irmãos: Halfdene, Ivarr e Ubba. Em suas investidas, além de saquear os povoados, exigiam um resgate para não destruírem as vilas.

No ano de 869, os dinamarqueses irromperam uma grande invasão nos domínios do rei Edmundo. Para defender seu povo e o reino, ele reuniu seu pequeno exército e combateu os invasores, mais equipados e em maior número. Desse modo, ele acabou como prisioneiro de seus opositores.

Os dinamarqueses ofereceram ao rei Edmundo a possibilidade de manter sua vida e a coroa caso renegasse a fé e se proclamasse vassalo. O rei rejeitou a proposta por duas vezes. Dessa maneira, selou seu destino. Morreu traspassado pelas flechas dos bárbaros pagãos no dia 20 de novembro de 870. O desaparecimento do rei Edmundo levou ao fim o reino da Estanglia. Mas a Inglaterra se fortaleceu sob seu nome, e o jovem rei morto tornou-se uma bandeira.

Antes do final do século IX, as moedas cunhadas durante o seu reinado já eram chamadas "penny of Edmund". A sua veneração tornou-se o culto de maior devoção do povo inglês. Foi canonizado e proclamado padroeiro da Inglaterra, recebendo as homenagens dos devotos no dia de sua morte.

As relíquias mortais de santo Edmundo foram sepultadas em Beadoricesworth, que hoje se chama Bury St. Edmund, na região de Cambridge. Atualmente, existe uma congregação de sacerdotes ingleses chamados Padres de Santo Edmundo.

Santo Agápio — martirizado em Cesaréia da Palestina, em 306.

Beato Ambrósio Traversari (1376-1439) — nasceu em Florença; humanista culto e escritor de múltiplos interesses, em 1400 ingressou no convento florentino dos camaldulenses e depois de 31 anos tornou-se abade-geral.

Santos Ampélio e Caio — martirizados em Messina, em 302.

Santo Autbodo (†690) — missionário irlandês na França.

Santos Basso, Dionísio, Agapito e companheiros — 43 mártires da Trácia.

São Benigno (†477) — bispo de Milão.

São Bernardo de Hildesheim (†1022) — bispo beneditino de múltiplos talentos; foi de fato um renomado arquiteto, escultor e pintor.

São Dácio (†303) — soldado romano martirizado na Ásia Menor, em 303.

Santo Edmundo Rich (1180-1242) — professor de filosofia em Oxford, depois arcebispo de Cantuária; austero e zeloso pastor, sofreu perseguição do rei Henrique III; hostilizado pelo próprio legado papal, retirou-se para a abadia cisterciense de Pontigny.

Santo Eudes (†760) — abade beneditino de Corméry-en-Velay, na França.

Santo Euquério (†743) — bispo de Orléans, exilado por Carlos Martelo, retirou-se para perto de Maastricht.

Santos Eustácio, Tespécio e Anatólio — martirizados em Nicéia, em 235.

São Félix de Valois (1127-1212) — eremita francês.

São Francisco Xavier Can (1803-1837) — catequista vietnamita, mártir canonizado em 1988.

São Gregório (século IX) — chamado “o Decápolis”, em razão do lugar do nascimento; combateu os iconoclastas, suportando duras perseguições.

São Leão (†1000) — abade beneditino de Nonantola.

Beata Maria Fortunata Viti (†1922) — monja beneditina beatificada em 1967.

Santa Maxência — monja irlandesa venerada em Beauvais, na França.

Santos Narsetes e companheiros — persas martirizados em 343.

Santos Otávio, Solutor e Aventor — martirizados no século IV, em Turim, a cidade que guarda suas relíquias e que os honra como santos padroeiros. Segundo uma Paixão do século V, decalcada na de São Maurício e companheiros, os três mártires eram “soldados da legião tebana, os quais, sob o imperador Maximiano, combatendo valorosamente, foram coroados pelo martírio”. Sempre segundo a Paixão, os três santos tinham conseguido fugir do massacre de Agaunum. Sua fuga terminou em Turim. Solutor, o mais jovem, foi agarrado por último; decapitado junto à margem da Dora Baltea, foi jogado em uma represa, que secou, permitindo a uma piedosa matrona dar digna sepultura ao corpo do mártir, junto com os dois companheiros. O pequeno oratório construído sobre seu túmulo foi ampliado em basílica pelo bispo Vítor, mais tarde incorporada ao mosteiro dedicado a são Solutor. Demolido em 1536 pelos franceses, suas relíquias foram transferidas para a Igreja da Consolação para terem, 39 anos depois, uma estável morada na Igreja dos Mártires.

São Silvestre (†525) — bispo de Châlon-sur-Saône.

São Simplício (†335) — bispo de Verona.

Santo Uval (Eval) — bispo na Cornualha, no século VI.

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