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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Santa Tereza D'avila

Hoje 15 de Outubro a Igreja comemora do dia de Santa Tereza D'ávila

Vamos ler um pouco dessa serva de DEUS.


Tereza nasce em Ávila (Espanha), em 28/03/1515, em plena reforma protestante, período de fermentação política, social, religiosa. Isso acaba tendo grande repercussão nela.

Mulher de personalidade notável, expressiva, cheia de vida; Santa Tereza quando moça, era extremamente bonita. Com irresistível prazer de viver, era apaixonada por Cristo. Sabia cozinhar muito bem e “encontrar Deus entre as panelas”, tinha grandes habilidades e um bom senso de humor. Uma mulher de vontade forte, alegre, inesquecível. Vamos ver que Deus usa as suas características, seu temperamento e personalidade como o estofo em que vai nascer uma grande santa.

Tereza era mulher, muito humana, que desmistificou a mística, mesclando humanidade e espiritualidade.

Santa Tereza D’Ávila teve uma infância encantada pelas histórias dos santos, o que lhe trazia ardor ao coração em “Querer ver Deus”.

Quando Santa Tereza entra na adolescência, descobre o fascínio natural de seu ser. Envaideceu-se, desejando cada vez mais parecer bela. Era cheia de vaidades. Cuidava muito dos cabelos, das mãos, que eram belas, gostava de perfumes e belas roupas. Tinha apreço pela cora laranja. Ainda na idade madura conservava seu charme.

Mas, no difícil período da adolescência, teve a companhia de uma prima que a afastou da fé. Tereza ansiava por ser amada apaixonadamente, como as damas dos romances de cavalaria. Tereza namorou, dançou e se apaixonou.

Aos 16 anos, após ter perdido sua mãe aos 13 anos, o pai a colocou no mosteiro para resguardar sua honra. Ela resistia muito à ideia de ser freira, mas isso foi crescendo dentro do seu coração.

Santa Tereza D’Ávila entrou para o Carmelo e, de 1535 a 1554, e viveu uma vida medíocre, como ela mesmo diz. Dos 20 aos 39 anos, foi monja medíocre. Na verdade, Santa Tereza não entrou no convento por uma convicção, mas por medo do inferno e para garantir a felicidade celeste. Entrar para o convento foi uma fuga espiritual. Mas, após a cura de uma doença, em 1556, experimentou o matrimônio espiritual, através do fenômeno místico da “transveberação”. Santa Tereza teve uma visão de um anjo transpassando seu coração com uma lança. A teologia espiritual vê nesse fenômeno o mais alto grau de união mística que o ser humano pode alcançar. Em Alba de Tormes, em Salamanca, uma de suas fundações, estão partes de seu corpo. Lá podemos ver seu coração em um relicário e nele uma fenda que o transpassa: a transveberação deixou também a sua marca física no coração de Santa Tereza.

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